Sobre o autor

Alberto Adriano Maçorano Cardoso, casado, nasceu em Portugal (Felgueiras - Moncorvo - Trás os Montes) em 21 de Abril de 1947, acompanhando os pais para Angola, quando tinha quatro anos de idade, passando a infância numa fazenda de café. Em 1961 mudou-se para Luanda, a capital, acompanhando novamente os pais na atividade profissional de hotelaria, posteriormente, proprietários de uma pensão nessa cidade, motivados pela necessidade de facilitar os estudos dos filhos.

Concluiria os estudos secundários (colegial no Brasil), cumprindo também o serviço militar obrigatório durante cerca de quatro anos. Ingressou mais tarde, nos quadros de funcionários do Banco de Angola, em Luanda, no dia 2 de Janeiro de 1973, regressando a Portugal em Setembro de 1975, como consequência da "revolução dos cravos", ocorrida em 25 de Abril de 1974, com uma breve passagem pelo Brasil de cerca de oito meses, chegando a estagiar para gerente no Banco Real em S. Paulo, além de uma experiência relâmpago de dois dias em negócio de lanchonete, de parentes muito ricos. Não se adaptaria e voltaria definitivamente à terra pátria em Abril de 1976. Em Fevereiro 1977 ingressaria finalmente nos quadros da Caixa Geral de Depósitos, aposentando-se antecipadamente por motivos imperiosos em 1989.

Circunstâncias adversas levaram-no a perder quase todos os bens materiais que possuía, inclusive, a casa própria, sendo orientado a vir para o Brasil em busca do auxílio dos tais parentes. Todavia, como santos de casa não fazem milagres, esse "casamento" não daria certo e, cerca de dois anos e meio após, estava novamente em situação crítica, isto é, sem trabalho, dinheiro e documentação.

Não obstante, sobreviveu como caseiro em uma chácara de Ribeirão Preto e, posteriormente, como porteiro, em companhia do amor de outras vidas que reencontraria em Pirassununga.

Após vicissitudes e sofrimentos exacerbados, e algumas experiências frustrantes em alguns credos religiosos, conheceria, enfim, o Espiritismo, onde descortinou o porto de abrigo, a luz e o fundamento existencial, tão ansiosamente procurado.

Mais tranquilo e conformado perante as "pseudo-tragédias" por que tivera que passar, em função da Lei de causa e efeito, ou seja, tudo que fizermos de errado para com o próximo em qualquer existência de vidas passadas, jamais ficará impune perante as leis divinas, devendo ser vivenciado por cada um de nós em idênticas circunstâncias.

Mergulhando fundo nesse conhecimento, teve em 2005 a intuição de reescrever as obras de Kardec, numa linguagem contemporânea e mais acessível ao entendimento comum. Nascia assim este nosso primeiro trabalho: O Livro dos Espíritos, obra ímpar da literatura universal, um marco, um divisor de águas na história do conhecimento existencial do homem.

é esta atividade que absorve atualmente todo o nosso tempo.

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